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Sábado, 10 de Fevereiro de 2007

Eça... O Realista do século XIX...

Nasce a 25 de Novembro de 1845, na Póvoa de Varzim com o nome de José Maria de Eça de Queirós. Apesar de ser registado com mãe incógnita, é filho de D. Carolina Augusta Pereira de Eça e do magistrado José Maria de Almeida Teixeira de Queirós, que só viriam a casar, quatro anos após o seu nascimento. A 1855 entra para o Colégio da Lapa no Porto, de onde só sairá para a Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra a 1861. Cinco anos depois, a 1866, forma-se, parte para Lisboa, inscreve-se no Supremo Tribunal de Justiça e começa a colaborar com a Gazeta de Portugal. Ainda nesse ano parte para Évora onde funda o bissemanário o Distrito de Évora. Mas no ano seguinte volta a Lisboa a fim de começar a carreira de advogado e dirigir a Gazeta de Portugal (durante uns meses). Faz parte de um dos membros do Cenáculo, um grupo de intelectuais que se juntava em tertúlias de discussão. A 1869 parte para uma viagem com o objectivo de assistir á inauguração do Canal do Suez. Essa viagem de 23 de Outubro de 1869 a 3 de Janeiro de 1870 pelo Egipto, Palestina e Alta Síria viria a marcar a sua vida e a sua escrita. Ficaria fascinado com sítios como Jerusalém, Belém, Cairo, Alexandria e Port-Said. Apesar de nociva para a sua saúde, a viagem seria indispensável para o realismo da sua escrita, e o seu relato viria ser publicado pelo próprio na Gazeta de Portugal. Quando regressa, é nomeado administrador do concelho de Leiria e em Setembro presta provas para cônsul de 1ª classe, ficando classificado em primeiro lugar. Em 1872 é nomeado cônsul nas Antilhas espanholas. No final do ano será empossado no seu cargo em Havana, aí permanecendo durante dois anos. Em 1873 viaja pelo Canadá, E.U.A. e América Central, e em 1874 é transferido para o consulado de Newcastle-upon-Tyne e em 1878 para Bristol. Continua a escrever e a colaborar com jornais, entre eles a Gazeta de Noticias, do Rio de Janeiro. Em 1886, casa com Emília de Castro Pamplona. Em 1888 é transferido para Paris, com fixação em Neuilly. Essa foi a sua última residência. Foi lá que continuou a publicar em várias revistas e jornais, até à sua morte após prolongada doença a 16 de Agosto de 1900, em Neully. Em Setembro, o corpo é trasladado para Portugal, realizando-se o funeral no cemitério do Alto de S. João em Lisboa.


publicado por f4elevadom às 17:53

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