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Segunda-feira, 5 de Março de 2007

Posts Futuros

Tentamos a todo o custo aproveitar o facto de Leiria estar na rota queirosiana. Ou seja, foi de grande ajuda a nomeação de Eça como administrador do distrito de Leiria em 1870. Pudemos, por exemplo, utilizar a casa onde o escritor viveu para fazer a reportagem. Este post é, no entanto, para avisar a todos os que nos visitarem que o blog vai muito proximamente receber um trabalho acerca da evolução de toda a Leiria, desde a Idade Media, isto porque como alunos de Artes da Escola Secundária Francisco Rodrigues Lobo, Historia de Arte é uma das disciplinas intimamente relacionadas com a cidade. Para alem disso, começou na semana passada, o estudo mais aprofundado acerca da obra Os Maias, que é precisamente o livro do nosso blog. Dessa maneira, todas as informações que nos foram passadas nas aulas, vão ser aqui colocadas com o objectivo de estudo para nós coordenadores do site. O primeiro passo é um pequeno resumo da enorme obra.


publicado por f4elevadom às 02:09

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Desculpem tanto tempo sem posts

Não podemos negar que tem sido bastante difícil conciliar a agenda escolar com este projecto. Fomos incentivados pela Professora Susana Sismeiro de Geometria Descritiva A, que nos tem motivado a continuar. Esse foi o primeiro contacto com o projecto. Foi rápido, porque na semana seguinte começamos a participar nas perguntas diárias. Primeira dificuldade. Nunca tínhamos feito nada relacionado com o projecto, e por isso as primeiras perguntas foram desastrosas. Mas fomos melhorando, e na tribo Stars conseguimos ficar na 14ª posição a nível nacional. Primeira vitória. No entanto, a etapa do blog, foi ficando esquecida até termos realmente urgência e principalmente tempo para acaba-lo. Apanhou-nos a todos na pior fase do ano escolar. Temos tido muitos outros projectos, testes e trabalhos. Apesar disso, podemos garantir que sendo um blog ao serviço do Sapo Challenge enquanto concurso, é destinado à procura de informação sobre um assunto que faz parte do conteúdo da disciplina de Português do 11º ano, o nosso. Por isso as modificações que fizemos no blog foram sempre a pensar naqueles que o utilizam como pesquisa. Organizámos tudo para hoje publicar. Esperamos que gostem, que seja de ajuda, e estamos de volta ao jogo.


publicado por f4elevadom às 02:07

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Resumo da obra "Os Maias" de Eça de Queirós

      A acção de "Os Maias" passa-se em Lisboa, na segunda metade do séc. XIX. Conta-nos a história de três gerações da família Maia.
      A acção inicia-se no Outono de 1875, altura em que Afonso da Maia, nobre e rico proprietário, se instala no Ramalhete. O seu único filho – Pedro da Maia – de carácter fraco, resultante de um educação extremamente religiosa e proteccionista à portuguesa, casa-se, contra a vontade do pai, com a filha de um antigo negreiro, Maria Monforte, de quem tem dois filhos – um menino e uma menina. Mas a esposa após conhecer Tancredo, um príncipe italiano que Pedro alvejara acidentalmente enquanto caçava, acabaria por o abandonar para fugir com o Napolitano, levando consigo a filha, de quem nunca mais se soube o paradeiro. O filho – Carlos da Maia – viria a ser entregue aos cuidados do avô, após o suicídio de Pedro da Maia, devido ao desgosto da fuga da mulher que tanto amava.
      Carlos passa a infância com o avô, recebendo uma educação rígida. Principalmente direccionada à educação e só depois à religião. Forma-se depois, em Medicina, em Coimbra. Carlos regressa a Lisboa, ao Ramalhete, após a formatura, onde se vai rodear de alguns amigos, como o João da Ega, Alencar, Damaso Salcede, Palma de Cavalão, Euzébiozinho, o maestro Cruges, entre outros. Seguindo os hábitos dos que o rodeavam, Carlos envolve-se com a Condessa de Gouvarinho, que depois irá abandonar. Um dia fica deslumbrado ao conhecer Maria Eduarda, que julgava ser mulher do brasileiro Castro Gomes. Carlos segue-a algum tempo sem êxito, mas acaba por conseguir uma aproximação quando é chamado por ela, para visitar, como médico, a  sua governanta que adoecera. Começam então os seus encontros com Maria Eduarda, visto que Castro Gomes estava ausente. Carlos chega mesmo a comprar uma casa onde instala a amante.
Castro Gomes descobre o sucedido e procura Carlos, dizendo que Maria Eduarda não era sua mulher, mas sim sua amante e que, portanto, podia ficar com ela.
      Entretanto, chega de Paris um emigrante, que diz ter conhecido a mãe de Maria Eduarda e que a procura para lhe entregar um cofre desta que, segundo ela lhe dissera, continha documentos que identificariam e garantiriam para a filha uma boa herança. Essa mulher era Maria Monforte – a mãe de Maria Eduarda era, portanto, também a mães de Carlos. Os amantes eram irmãos.
      Contudo, Carlos não aceita este facto e mantém abertamente, a relação – incestuosa – com a irmã, sem que esta saiba que são irmãos. Afonso da Maia, o velho avô, ao descobrir que Carlos, mesmo sabendo que Maria Eduarda é sua irmã, continua com a relação, morre de desgosto.
      Ao tomar conhecimento, Maria Eduarda, agora rica, parte para o estrangeiro; e Carlos, para se distrair, vai correr o mundo.

      O romance termina com o regresso de Carlos a Lisboa, passados 10 anos, e o seu reencontro com Portugal e com Ega, que lhe diz: - "Falhámos a vida, menino!".


publicado por f4elevadom às 00:07

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Domingo, 4 de Março de 2007

Leiria

 
Com o objectivo de poder colocar fotos da cidade Leiria no nosso blog, fizemos uma subida ao Castelo, com passagem pelos sítios mais importantes e conhecidos de uma cidade que Eça também conhecer de perto. Vejam!

publicado por f4elevadom às 22:37

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Nós e o Liceu


publicado por f4elevadom às 21:03

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Reportagem: Como era Eça de Queirós como vizinho?


publicado por f4elevadom às 20:54

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Reportagem: Como era Eça de Queirós como vizinho?

A reportagem estará disponível dentro de algumas horas.


publicado por f4elevadom às 04:10

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Entrevista a Eça de Queirós


publicado por f4elevadom às 04:07

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Sábado, 17 de Fevereiro de 2007

Perguntas e Respostas da Entrevista a Eça de Queirós

1- Alguma das muitas viagens que realizou contribuiu para o seu desenvolvimento como escritor?

Por finais de 1869 permaneci cerca de dois meses no oriente. Alexandria, Cairo, Port-Said, Palestina, foram alguns dos países que visitei, na companhia de meu amigo Resende, que me pediu que o acompanhasse para a inauguração do canal do Suez. Todo esse tempo que permaneci no oriente fez-me adquirir um gosto enorme pelas viagens e uma enorme oportunidade de exercitar a escrita. Também contribuiu fortemente para a minha formação cultural e para a escolha da minha futura carreira (na altura) como diplomata.

2- E essas viagens contribuíram ou influenciaram a descrição de alguns espaços nas obras que escreveu?

Sim sim. Imenso. À medida que as viagens iam decorrendo, principalmente pelo oriente eu tomei imensas notas que me vieram a servir para muitas situações em várias obras que escrevi. Por exemplo, nos percursos de Teodorico Raposo em “A Relíquia”, que são semelhantes aos que percorri durante as minhas viagens pelo oriente. Também ficaram reflexos dessas viagens em obras como “Lendas de Santos”, “O Mandarim”, “Os Maias”, e referências ao Egipto existem nas “Cartas de Inglaterra e Crónicas de Londres”. Até o percurso mediterrânico, a caminho de Alexandria, me ofereceu algumas linhas para “O Mistério da Estrada de Sintra” graças à minha passagem pela ilha de Malta.
Os temas das minhas viagens exóticas deram me oportunidade de entre a sátira e a lírica, entre a mordacidade e a veracidade histórica, recriar lugares e momentos que se visitam na China de “O Mandarim” ou na idade média de “A Ilustre Casa de Ramires”. Ai! Esse percurso oriental que nunca esquecerei!!!

3- Quais os escritores que o influenciaram mais?

Tive, no início, influência de escritores românticos, como de Flaubert, Beaudelaire e Victor Hugo, Charles Dickens, Dostoievsky, Michelet e Melville. E após me ter ligado mais ao mundo da política, depois de algumas das minhas viagens (principalmente da minha viagem pelo Oriente), comecei a interessar-me por Zola, Tolstoi (entre outros), que são, como é óbvio, escritores realistas.

4- O que é que o levou a ser tão crítico?

Penso que desde novo tenho um aguçado espírito crítico e desejo de mudança. Por isso me formei em Direito, na Universidade de Coimbra, pensei poder mudar a vida de algumas pessoas, mas quando comecei a exercer, perdi algum interesse.
Foi com a minha passagem por Leiria, a cidade onde vive (para a repórter), que me inspirei para o meu primeiro livro realista, O Crime do Padre Amaro. Nele, denuncio a hipocrisia social e a devassidão do clero. Não invento acerca destes assuntos. A nossa sociedade está desde há muito corrompida e desgraçada, por isso, muito poucos são os que podem escapar a um julgamento irónico e sarcástico. Até mesmo eu posso, e, talvez até mereça ser objecto de crítica.
É óbvio que os livros que escrevi não foram escritos apenas com o intuito de criticar, mas parece que ainda se vendem por aí, portanto, para quê parar?

5- Refere O Crime do Padre Amaro como a sua primeira obra realista. Onde o clero e a sua conduta são muito criticados. N' Os Maias, parece acontecer o mesmo, se bem que de uma maneira mais subtil. Pode-se dizer que o clero da actualidade está constantemente a ser desacreditado, criticado e satirizado por si. No entanto, nunca se declarou ateu nem adoptou nenhuma outra religião que não a cristã. Será que pode esclarecer o porquê?

Acredito nas ideologias base do cristianismo e não nesta igreja rude e retrógada, devassa e corrupta.

6- Sem ser escrever, o que é que faz no tempo que tem livre?

Gosto de estar com a minha família, com amigos, jogar whist e bilhar, debater política e filosofia, e, é claro, viajar.

7- Em poucas palavras, será que consegue fazer um balanço da sua vida como português e escritor, até ao momento?

A minha ambição seria pintar a sociedade portuguesa tal qual a fez o Constitucionalismo desde 1830 e mostrar-lhe, como num espelho que triste país eles formam - eles e elas. É o meu fim nas “Cenas da Vida Portuguesa”. É necessário acutilar o mundo oficial, o mundo sentimental, o mundo literário, o mundo agrícola, o mundo supersticioso - e, com todo respeito pelas instituições de origem eterna, destruir as falsas interpretações e falsas realizações que lhe dá uma sociedade podre. Não lhe parece você  que um tal trabalho é justo?

(em poucos dias estará também acessível a entrevista gravada em vídeo)

 


publicado por f4elevadom às 00:35

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Sábado, 10 de Fevereiro de 2007

A sua obra...

  • A Capital
  • A Cidade e as Serras
  • A Ilustre Casa de Ramires
  • A Relíquia
  • A Tragédia da Rua das Flores
  • As Farpas
  • As Minas de Salomão
  • Adão e Eva no Paraíso
  • Alves & C.a
  • Cartas de Inglaterra
  • Cartas Familiares e Bilhetes de Paris
  • Contos
    • A Aia, O Tesouro ...
  • Correspondência de Fradique Mendes
  • Ecos de Paris
  • Notas Contemporâneas
  • O Conde d'Abranhos
  • O Crime do Padre Amaro
  • O Egipto
  • O Mandarim
  • O Mistério da Estrada de Sintra
  • O Primo Basílio
  • Os Maias
  • Prosas Bárbaras
  • Últimas Páginas
  • Uma Campanha Alegre

publicado por f4elevadom às 18:04

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